quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

BALADAS VICIAM. VOCÊ SABIA DISSO?

Quando pais cristãos e líderes de nossos jovens na igreja os orientam a não frequentarem baladas, argumentam que nas casas noturnas os jovens estão expostos ao álcool, drogas, sensualidade e possíveis  brigas. Mesmo que os jovens não façam usou de álcool ou drogas ou não se envolvam em brigas,   podem ser vítima de atitudes irresponsáveis de pessoas alcoolizadas ou drogadas.

Pais cristãos e líderes cristãos de jovens  conhecem a Palavra e sabem que nela não há respaldo algum que justifique a frequência às  baladas.  Mas há alguns anos descobri que não é recomendável frequentá-las não apenas pelas razões citadas acima, mas  também porque baladas VICIAM!  

Quando fui  professora de pré-adolescentes  na Escola Bíblica da Primeira Igreja Batista em Taubaté/SP,  dei uma aula sobre as músicas eletrônicas das baladas baseada em um texto de uma Revista Bíblica. O texto dizia  que a própria alternância de ritmos,  batidas e velocidades em uma única música aliada ao som eletrizante em decibéis muito além do considerado seguro para a audição, tem o propósito claro de fazer com que o coração acelere e desacelere de maneira  desordenada e alternada, gerando reações no organismo que viciam! 

Preparando para a aula pesquisei a respeito e encontrei entre outros,  este TEXTO que explica detalhadamente quais são essas reações e o que elas produzem no organismo:  aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial e da frequência respiratória, dilatação das pupilas, tensão muscular, descarga excessiva de adrenalina e hormônios, além de outras  substâncias que são liberadas e que contribuem inclusive para a diminuição do  controle sobre a mente,  causando - pasmem -   dependência física e/ou psicológica, assim como acontece com o álcool e as drogas!

Os baladeiros de primeira viagem gostam tanto da coisa - sem saber exatamente porque -  que acabam por desejar  ir às  baladas cada vez  mais,  até o ponto de não conseguirem mais parar.  O que acorre é mais ou menos isto: durante a semana,  quando vem às suas mentes o  som alto, os ritmo frenético, a sensação do  zumbido no ouvido (zumbido que fica ainda por horas depois de irem para casa),  e das luzes que piscam  ao som das músicas (provavelmente com a mesma finalidade da música da balada) os jovens  já se imagina novamente na  balada, e assim que podem... marca mais uma noitada de "frenética alegria" com alguns amigos. E as baladas passam então a ser um desejo (necessidade) incontrolável.  

Dito isto tudo, só posso concordar com os pais cristãos e  os líderes de jovens  ao não recomendarem as baladas.  Não há o que inventar e não há pretextos que justifiquem o fato de  que aquele que conhece a Palavra de Deus e quer viver de maneira a agradá-Lo não deve frequentar baladas, pois a Bíblia afirma:

 "Sejam sóbrios e vigiem. O diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar."

Como ser sóbrio dentro de uma casa noturna na penumbra, com luzes inebriantes que "dançam" ao ritmo das músicas, com o clima de sensualidade que permeia o ambiente e ainda por cima com o som bombando alucinadamente no volume máximo? Mesmo sem ingerir uma única gota de álcool  ou sem consumir droga alguma o organismo vai reagir a isso tudo. Na balada o cansaço não existe, o sono desaparece e  perde-se  a  sobriedade natural que deixam os jovens como que num estado de embriagues! 

"Por isso mesmo, não andemos a dormir como os outros, mas sejamos vigilantes e vivamos com sobriedade. Tanto os que dormem como os que se entregam à embriaguez,  é de noite que o costumam fazer." I Tes. 5:6-7  . 

O Espírito Santo de Deus me revelou estas coisas quando nossos filhos ainda eram crianças,  - porque há certas coisas que só se enxergam através dos  "olhos espirituais" - verdades que pude ensinar-lhes ainda cedo,  e que hoje confirmo ao saber  de histórias tristes e ao tomar conhecimento dos tantos riscos físicos e psicológicos a que estão expostos cada vez mais os jovens baladeiros, sem contar ainda os riscos espirituais que podem vir dessa forma de lazer.

Se você frequenta baladas mas não teve oportunidade antes de saber que elas viciam e que a Palavra de Deus desaprova qualquer coisa que tenha domínio sobre nós, ou se você tem filhos que as frequentam, desejo que reflita sinceramente à respeito do que leu e ore para que Deus lhe dê o entendimento sobre este assunto.  Espero também  que entenda  que minha intenção com este texto foi a de  exortar e aconselhar em amor, conforme diz a Palavra: 

"Melhor é a repreensão aberta do que o amor encoberto. 
Fiéis são as feridas feitas pelo que ama".
PV 27. 5.6a

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