quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

AME SEMPRE... Em todos os sentidos, AME!

Amar ao próximo como amamos a nós mesmos,  é um desafio e tanto dado por Jesus, especialmente quando o próximo nos decepciona ou nos deixa zangados. Só que mesmo tristes ou zangados, o próximo continua sendo o próximo e a ordem de Jesus continua valendo!

Há certos cristãos que entendem  que amar ao próximo é apenas praticar caridade ou então dizer palavras doces que agradam. Estes se esquecem de que a maior expressão de amor ao outro é o perdão verdadeiro,  pois este sempre vem da alma, por causa  do amor  dado a nós por Deus,  através de Jesus.  Já a caridade  e as palavras de amor não são necessariamente provenientes do coração (alma). Elas podem ser  apenas gestos mecânicos desprovidos de essência ou, o que é pior, provenientes de um desejo de auto-promoção diante dos homens.

A falta de perdão é uma desobediência ao mandamento maior - "AMARÁS AO TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO" - Mc 12.30, aquele que encerra em si todos os demais mandamentos. E infelizmente essa desobediência acontece entre os próprios cristãos, mais do que se possa imaginar!

 Há cristãos feridos que ou ofendem ao outro abertamente, ou se negam a  qualquer atitude de reconciliação ou  simplesmente se afastam. Mas  há também aqueles que aparentemente perdoam mas não perdem a oportunidade  de "exortar" o irmão que os feriu,  retribuindo dessa forma a ofensa de maneira velada,  ao invés de perdoá-lo integralmente e de  deixar para trás as decepções e mágoas recebidas. Atitudes assim, revestidas com uma roupagem de  "exortação ao irmão", encerram na verdade o desejo de retribuir o mal com o mal, o que não combina com perdão. 

Essa falta de perdão disfarçada de aparente exortação não é nada mais do que fruto da vontade carnal, não do coração de Deus e deve ser abandonada. Para isso  é preciso  a humildade que permite um exame de consciência honesto diante de Deus, reconhecendo esse pecado e então o  Espírito Santo moverá o coração ferido na direção do amor real, do perdão verdadeiro, da aceitação serena da dor recebida e da convivência pacífica entre os homens, conforme Hebreus 12.14  que diz: "Segui a paz com todos".

 Somente assim será possível ao ferido - agora já um ex-ferido -  amar ao próximo em todos os sentidos!

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