segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A MALUQUICE DE HOJE É A DESGRAÇA DE AMANHÃ

Lendo um texto sobre as consequências da política chinesa para diminuir a superpopulação - um filho por família - fiquei ainda mais convicta de que toda vez que o ser humano quer dar uma de Deus e determinar através de leis os novos comportamentos humanos, só pode dar mesmo caca!

Como na China só se pode ter um filho, o que faz uma mulher quando descobre que está grávida? 

1) Quando engravida pela primeira vez faz o ultrassom para saber o sexo da criança. e:
   a - Se for menino, o deixa viver. 
   b -Se for menina...a criança morre. 
2) Aborta o segundo, o terceiro, o quarto filho. . .

Legal, né? Parece um jeito bem eficiente de fazer a população diminuir mesmo!  Mas vamos ver algumas  consequências dessa lei humana imposta por humanos que querem dar uma de Deus: 

Como são forçadas a abortar  muitas chinesas  se suicidam por  não conseguirem viver com o trauma da matança dos seus bebezinhos, afinal, são seus filhos! Quinhentas mulheres se suicidam diariamente na China! Ah...claro, mas devem estar enganadas, já que a turma dos moderninhos acha que os bebes são apenas um amontoado de células quando estão dentro do útero! Hã...tsk, tsk...devem ser mesmo ignorantes e desinformadas essas chinesas...

Outra consequência dessa política indecente é a desproporção entre o número de homens e mulheres no país. Só que os inteligentes que fizeram essa lei não pensaram que o desejo natural por sexo não desapareceria  só porque   há menos mulheres no país, e para resolver esse "problema"    o que aconteceu na China foi um  crescimento do tráfico humano e da escravidão sexual! Além disso há um "permitido" aumento de violência  entre a população masculina, na certa devido à desestruturação psicológica causada por essa situação e por disputas por parceiras sexuais. 

Algo parecido com relação ao abortos de meninas e ao
suicídio de mulheres ocorre também na Índia. Ambas, China e Índia,  respondem por 50% dos suicídios de mulheres no mundo! Embora a Índia  proíba oficialmente o aborto seletivo, na prática não é isso o que acontece, pois os indus chegam a ser mais obcecados por bebes meninos do que os chineses, o que se comprova pelo fato de que o número de meninos indus chega a ser o dobro do número de meninas.

Porquanto os indianos são conhecidos como sendo naturalmente amáveis e gentis, não sabemos que mudanças de comportamento podem acontecer no futuro em função da falta de esposas e de filhos, ou seja, na falta de uma família, instituição extremamente valorizada na cultura indiana.

E quer saber mais? Pois bem. Como faltam aparelhos de ultrassom nas regiões mais pobres da Índia, as meninas...nascem. Mas se o segundo filho for também uma menina, sua chance de sobreviver até os cinco anos é mínima.  E mais. Outro agravante para a vida da mulher na Índia é o dote de casamento que sua família tem que dar à família do noivo quando se casam. Muitos matam as meninas quando nascem já preocupados com o peso financeiro que serão no futuro, e quando os pais as deixam viver mas não podem dar um bom dote de casamento,  ou suas vidas correm perigo nas mãos da família do noivo ou então eles a fazem sofrer pelo resto da vida, pois consideram uma afronta tamanha "falta de generosidade" de sua família!

Os abortos forçados  e a desvalorização de sua própria  condição de ser mulher,   rouba dessas mulheres toda esperança de viver, e esses são, aparentemente, os principais responsáveis por tantos suicídios. Mas eu creio que o  fator responsável  por essa situação não são as leis em si, mas a falta de valores cristãos, o que faz com que leis absurdas como essas sejam criadas!  Fato é que isso não ocorre em países em que a cultura cristã foi inserida na sociedade.  E sabe por que? Porque essas sociedades cristianizadas aprenderam que Deus valoriza a mulher tanto quanto valoriza o homem pois ambos foram criados à sua imagem e semelhança. O que Deus faz é apenas estabelecer papéis distintos ao homem e à mulher, especialmente dentro da família. 
Perguntada porque queria morrer, a jovem chinesa de 24 anos respondeu:
"Eu não tenho amor, eu não tenho um emprego, minha família me odeia,
e todo mundo está muito desapontado comigo."

Aqui cabe um "parenteses" antes que você se inflame lembrando de trechos bíblicos como o da "submissão da mulher ao marido" e de passagens bíblicas como a  da carta de Paulo aos corintos,  na qual recomenda especificamente  àquela comunidade que "as mulheres devem permanecer caladas nas reuniões da igreja", quero lembrá-lo de que papéis distintos  e líderes são necessários em qualquer atividade conjunta, até mesmo em times de futebol ou em trabalhos em grupo dentro da escola.  Ah, e sob a liderança de um único líder, pois se houverem  dois, é confusão na certa (fecho o parêntesis).

Agora transportemos isto tudo  para o que está acontecendo no nosso Brasil. Vejo que há aqui uma rejeição por grande parcela da população - mas não a maioria dela! - aos princípios morais que sempre regeram a vida neste país. Há uma luta pela liberação do aborto, pela desestruturação do conceito de família, pela negação de que homens e mulheres devam exercer papéis diferentes na sociedade, inclusive dentro da família; há uma batalha sendo travada por setores minoritários, porém influentes (nem vou dizer aqui quem os patrocina e porquê o faz),  para apagar das mentes algo tão natural e óbvio como o fato de que uma criança para crescer emocionalmente saudável e vir a ser um ser humano pleno, deve ser criada por um homem + uma  mulher; há um empenho alucinado por incutir nas mentes dos brasileiros que se aceite como  algo natural que meninas beijem e transem com meninas e que é totalmente normal se meninos  transam com meninos!     Tudo isso é um re-inventar o mundo, é um desconstruir o que Deus construiu, e isso só pode dar mesmo caca! 

Um dia destes, por causa de um texto que publiquei no facebook a respeito de uma mulher que acredita que crianças deveriam ser criadas por uma família composta por pai e mãe, uma amiga de infância  me ofendeu chamando-me de preconceituosa e  intolerante, e mesmo que eu não tenha sequer mencionado Deus, Bíblia, fé, etc. ela disse: "A religião e a religiosidade devem ser usadas para o bem. E o bem, seguramente não pressupõe segregação e preconceito". Quanto a isso, ela tem toda a razão! É óbvio que a a Palavra de Deus deve ser usada para o bem, mas quem define o que é bem é Deus e não os homens! É Deus, por ser Deus, o único que enxerga as consequências danosas que certas leis e ideologias podem trazer ao futuro da humanidade e por isso ele já nos deu a sua Lei contida na Bíblia, que protege os homens de si mesmos e nela Ele já deixou definido o que é "bem"  e o que é "mau". Definiu que embora  homens e mulheres sejam diferentes, ambos tem o mesmo valor, mas  não o mesma função na família e na sociedade, e estabeleceu que as.crianças devem crescer em uma família constituída por um pai e uma mãe. Tudo o que fugir disso não é bem! Não pode ser! Basta ver exemplos,  dois únicos exemplos, como os da China e da Índia! 

Se esta situação não mudar, e duvido que mude, os brasileiros sentirão dentro de alguns anos,  na própria carne, as  consequências das leis  favoráveis ao que é anti-natural  e das ideologias contrarias aos princípios cristãos, assim como sofrem hoje toda a sociedade chinesa e indiana!  

É estranho ver como há pessoas que não se importam em pagar o preço destas maluquices!  Bem, na verdade não creio que elas parem para pensar no que pode acontecer no  futuro... 



Aqui o texto que inspirou este post:  WITHOUT ENOUGH GIRLS—WHAT WILL LITTLE BOYS DO?











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